A imagem de São Columbano é acompanhada por uma invocação pelos espíritos enfraquecidos. Julio relaciona-a com os tormentos, as mágoas e os sofrimentos interiores.
Ler a simbologia
A nota explica o signo pela sua inscrição: São Columbano é invocado como protetor dos espíritos fragilizados. A figura central dá presença a esse pedido. Julio esclarece noutro lugar que a intenção e a bênção podem orientar certas imagens para a intercessão de outro santo.
Os efeitos atribuídos
O autor atribui-lhe efeitos nos distúrbios mentais e nervosos, na depressão moral, nos tormentos e nas mágoas. O seu texto emprega categorias e termos médicos antigos; a ficha retém o seu sentido histórico sem os retomar como diagnósticos atuais.
O uso em Julio
O signo é descrito como bento e consagrado, com uma intenção de oração pela pessoa que sofre. A nota não prescreve nenhum procedimento material específico a acrescentar a esta intercessão.
Uma leitura pessoal
Uma leitura pessoal pode acompanhar uma oração de brandura para consigo próprio ou para com alguém próximo. Reserve tempo para reconhecer o sofrimento e, depois, formule uma intenção de presença, descanso e ajuda humana.
A fonte e as variantes
A gravura é mencionada nas Orações litúrgicas, p. 543. A nota antiga tem o número 44, que não corresponde à posição deste signo no repertório clássico dos 44 pantáculos.
Abade Julio, O Livro secreto dos grandes exorcismos e bênçãos, Vincennes, em casa do autor, 1908. Explicação e aplicação n.º 44, p. 437–438. Considerações práticas sobre suportes bentos e consagrados: p. 462–463.
Numeração do repertório clássico: 17 de 44. Esta numeração difere do inventário das gravuras nos volumes antigos.
Imagem: reprodução histórica divulgada por Oracles.ch. A reprodução não permite identificar com precisão a sua edição; é conservada na sua definição nativa, sem redesenhar os caracteres nem ampliar artificialmente. O texto da ficha baseia-se na nota de 1908.






























