As primeiras utilizações registadas do pêndulo remontam à antiga China, ao Egito e à Roma clássica. Na China, por exemplo, era usado não só para a adivinhação, mas também na procura de fontes de água ou minerais. No antigo Egito, acredita-se que os pêndulos eram usados em rituais religiosos e para a procura de fontes de água, uma prática que também foi observada entre os romanos.
Na Idade Média, o uso do pêndulo tomou um rumo mais místico. Alquimistas, caçadores de tesouros e até alguns membros da Igreja usavam pêndulos para localizar objetos escondidos, metais preciosos ou para obter respostas a questões espirituais. No entanto, durante este período, a prática foi por vezes vista com maus olhos, pois estava associada à magia e ao ocultismo.
Foi no século XVII que a radiestesia começou a ser estudada de forma mais científica. Investigadores e cientistas interessaram-se pelo pêndulo, procurando compreender como poderia responder a perguntas ou localizar objetos. Nos séculos XVIII e XIX, com o renascimento do interesse pelo ocultismo e misticismo, o uso do pêndulo na adivinhação tornou-se mais popular.
No século XX, o pêndulo ganhou popularidade no movimento New Age, onde é frequentemente usado para a cura holística, meditação e como ferramenta de adivinhação pessoal. Os praticantes usam pêndulos para guiar as suas decisões, encontrar respostas a questões pessoais, equilibrar os chakras ou mesmo para a procura de objetos perdidos.

















