| Origem | Nascido da fusão mítica da águia e do leão, simbolizando o poder e a majestade |
| Simbolismo | Guardião dos tesouros terrestres e das portas das cidades, representando a justiça e a proteção |
| Aparência | Corpo de leão associado a uma cabeça e asas de águia, dotado de plumagem com cores variadas, desde o marfim ao castanho escuro e até azul |
| Poderes | Capacidade de detetar venenos, as suas garras escurecem ao contacto com substâncias tóxicas |
| Funções | Construtor de um ninho cheio de pedras preciosas e ouro, criando a sua prole em locais elevados para a proteger |
| Relação com os outros | Inimigo natural do cavalo, descendência rara chamada hipogrifo |
| Interpretação religiosa | Para os Gregos, guardião dos tesouros terrestres; para os Hebreus, símbolo da Pérsia; na religião cristã, representação de Cristo e da sua dualidade divina e humana |
| Uso na arte | Ornamental há milénios, ornando palácios, frisos, pés de mesa, altares, candelabros e gárgulas |
| Interpretação esotérica | Figura de ressurreição, vigilância, força e coragem; simboliza também a dualidade entre o bem e o mal |
| Planeta | Júpiter, Sol |
| Elemento | Fogo, Ar |
| Signos | Leão, Sagitário, Gémeos, Balança |
| Divindades | Apolo, Nêmesis, Ishtar |

















