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NO ÍNDICE...
1. O que traz de especial uma Ametista bruta? |
Quando descobrimos a Ametista, rapidamente notamos que ela existe em várias formas. Algumas mantêm o aspeto natural da pedra, outras são lisas, lapidadas, brilhantes. Não é apenas uma questão de gosto: cada forma cria uma ligação diferente. Nesta ficha, partilho o que sinto entre uma Ametista bruta e uma Ametista polida.
1. O que traz de especial uma Ametista bruta?
Uma Ametista bruta mantém a sua forma natural. Nada foi modificado. As arestas por vezes permanecem irregulares, os cristais são visíveis, e essa presença fala por si. Quando seguro uma pedra bruta, sinto que toco algo mais direto, mais vivo. Ela age com mais franqueza. A energia parece circular sem desvios. Para quem quer uma ligação mais instintiva, esta pedra natural Ametista no seu estado bruto tem todo o seu lugar.
2. Por que escolher uma Ametista polida?
Uma Ametista polida foi trabalhada para ser suave ao toque. Ela encaixa facilmente na mão, no bolso ou numa mala. A sua superfície lisa convida à manipulação. Costumo pegá-la durante o dia para me recentrar. Ela tranquiliza, envolve. A ligação faz-se de outra forma, mais fluida. Esta pedra lapidada age com menos tensão. Não desperta, embala. Quem procura uma energia mais suave encontra o seu equilíbrio com esta forma.
3. Deve-se escolher entre as duas formas?
Ambas têm o seu interesse. Tudo depende do momento, da intenção, ou mesmo do espaço onde colocamos a pedra. Uma Ametista bruta atrai o olhar, estrutura uma divisão, cria um ponto de ancoragem. Uma Ametista polida acompanha, acalma, adapta-se a um uso mais íntimo. Por vezes uso ambas conforme as necessidades. Nenhuma substitui a outra. Elas contam a mesma história, mas em linguagens diferentes.






























































































































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