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NO ÍNDICE...
1. Quando retirar a rosa da água? |
Uma rosa de Jericó não é uma planta descartável. Ela acompanha um ritual, depois entra num período de descanso. Não se mantém eternamente na água. Precisa de secar, de fechar-se, de reencontrar o seu ritmo natural. O fim de um ritual não é um abandono. É um fecho consciente, um momento em que reconheces que o trabalho está feito e que a planta pode ser retirada.
1. Quando retirar a rosa da água?
Podes deixar a rosa aberta durante alguns dias, por vezes uma semana, dependendo do tipo de trabalho realizado. Observa-a. Se começar a ficar castanha, a amolecer, ou se a água ficar turva, é altura de lhe oferecer um tempo de descanso. Não deve permanecer ativa continuamente. Atua por ciclos.
Retiras a rosa com delicadeza, sem a sacudir. Coloca-a num pano seco, num local arejado, protegido da luz direta. Ela vai lentamente fechar-se, regressar à sua forma seca e compacta. Este recolhimento é natural. Não significa perda de poder. Significa que o ciclo está completo.
2. Como agradecê-la e conservá-la?
Antes de a guardar, podes pousar a mão sobre ela. Agradece-lhe. Diz que o ritual terminou, que o trabalho está cumprido. Não é uma fórmula ritual obrigatória. É um gesto de reconhecimento.
Depois podes envolvê-la num tecido limpo, guardá-la numa caixa, numa bolsa ou num cesto de vime. Mantém-na num local seco, escuro, afastado das zonas de passagem. Ela entra então num período de vigília, pronta para ser reativada quando precisares.
Não a trates como um objeto. Considera-a um aliado vivo, mesmo em dormência.
3. Podemos deitá-la fora se parecer danificada?
Se já não se fechar corretamente, se ficar mole ou perder a sua integridade, podes devolvê-la à terra. Enterra-a ou coloca-a num local natural, com uma última palavra de gratidão. Não a deites fora com o lixo doméstico. Devolve-a, como se devolve o que serviu.
Este gesto encerra definitivamente um ciclo. Depois podes acolher uma nova rosa, se surgir a necessidade.
Saber o que fazer depois de um ritual com a rosa de Jericó é respeitar o ritmo mágico que esta planta representa. Ela não vive numa duração contínua. Vive no bater entre abertura e recolhimento. E neste sopro, permanece sempre presente, sempre pronta.





























































































































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