Como saber se um tarot é adequado para si?
Um tarot não é apenas um simples baralho de cartas, é um companheiro de jornada. Para saber se é adequado para si, basta observar o que sente ao segurá-lo nas suas mãos. Algumas cartas provocam uma atração imediata, outras uma curiosidade tranquila. O tarot certo desperta uma emoção, um chamado interior que o leva a querer descobrir mais. Essa ressonância não é racional. Ela traduz uma ligação entre a sua imaginação e a linguagem simbólica do baralho. Folheando os arcanos, pergunte-se se as imagens falam a sua língua. Se os símbolos parecem familiares, então provavelmente acabou de encontrar o seu tarot.
Qual o papel da intuição nesta escolha?
A intuição é a primeira bússola na relação com o tarot. Ela permite reconhecer o baralho que ressoa com a sua energia do momento. Alguns tarots parecem “chamar” à primeira vista, enquanto outros precisam de tempo para se revelar. A intuição atua como um fio invisível entre si e o símbolo. Ela guia para o baralho que o ajudará a compreender as suas tiragens sem esforço nem tensão. Quanto mais a escuta, mais forte se torna a ligação. O tarot não precisa de ser espetacular ou raro para ser adequado. O que importa é esse sentimento de familiaridade que surge desde a primeira leitura.
É possível ter vários tarots que nos correspondem?
Com o tempo, torna-se natural ter vários tarots, cada um ligado a um período ou estado de espírito particular. Um baralho pode acompanhá-lo em momentos de introspeção, outro em fases de transformação. Alguns servem para tiragens pessoais, outros para leituras para terceiros. O tarot que lhe corresponde hoje pode não ser o mesmo de amanhã, e isso é perfeitamente normal. A ligação entre si e um tarot evolui, assim como a sua perceção da simbologia das cartas. Escolher um tarot é, acima de tudo, escolher-se a si próprio através dele, numa relação que se constrói ao longo do tempo.































































































































